Olá a todas (os)! Tudo bem com vocês ? Esperamos que sim. Somos discentes da Universidade Federal de Sergipe, Campus Professor Alberto Carvalho, do curso de Licenciatura em Pedagogia, atualmente estamos no terceiro período, e residimos no município de Malhador. Hoje iremos contar um pouco sobre nossa experiência com as tecnologias digitais e analógicas durante o percurso na Educação Básica.
Me chamo Alexsandro, minha caminhada na educação ocorreu na rede pública, sendo a Educação Infantil, Fundamental 1 e 2 na rede municipal e o ensino médio na rede estadual. Na educação infantil, não tive contato com tecnologias digitais, nem mesmo os professores, pois ambos faziam uso de tecnologias analógicas, como lápis, borracha, caderno e caneta. No ensino fundamental I, as coisas começaram a mudar, os mestres utilizavam o mimeógrafo, além dos estudantes fazerem uso de lapiseira e apontador. No Fundamental II, os professores passam a fazer uso da televisão e a máquina de impressão digital substituiu o mimeógrafo. Somente no ensino médio as coisas mudaram de fato, devido à presença de computadores, datashow, slide, microscópio.
Me chamo Maria Brenda, cursei o meu ensino básico até o 5° ano na rede pública de ensino, e do 6º até o fim do E.M. na rede particular de ensino. Mas, de antemão, meu relato será de uma das melhores épocas do meu ensino, na escola pública. Devido a grande falta de acesso à tecnologia digital dos alunos, especificamente aos computadores, a escola a qual eu estudava iniciou uma campanha juntamente com a secretaria de educação do município para dar acessos básicos de tecnologia aos estudantes. Nessa campanha foi feita uma sala de informática, inicialmente só com o básico, mas que com o tempo foi aperfeiçoando e tornando aquele ambiente um local de auxílio para os estudos das crianças e adolescentes da escola.
Diante do exposto, é perceptível que na rede pública de ensino de Malhador, não só desse município, mas também de outras realidades públicas brasileiras possuem dificuldades de inclusão de políticas públicas que promovam a inserção de tecnologias digitais no cotidiano escolar, além da falta de profissionais capacitados para utilizarem essas durante suas aulas, impulsionando assim o aprendizado.
Mimeógrafo

É exatamente isso. Pois, mesmo com o avanço da tecnologia as unidades de ensino ainda sofrem com a falta de investimento adequado para a implantação dessas tecnologias ao qual de fato impulsionaria o ensino aprendizagem.
ResponderExcluirOi Alexsandro e Brenda. Importante esse relato para que nas próximas aulas compreendamos sobre as políticas públicas de tecnologias na Educação. Consigo ter uma noção sobre a ausência de práticas com as tecnologias digitais. Alex conta isso com mais detalhes. Agora, Brenda senti falta de nos contar quais práticas eram desenvolvidas nesse espaço que foi construído a partir de uma mobilização coletiva. Não vamos economizar nas palavras. Como disse, não espero encontrar textos grandes, mas espero encontrar as informações explicadas, certo? bjos
ResponderExcluirMuito interessante ver como as experiências com tecnologias na educação variam, mesmo dentro do mesmo município. O relato mostra bem a importância de políticas públicas e iniciativas escolares para garantir o acesso e inclusão digital desde cedo.
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