Fake News e Desinformação
Olá a todas e todos! O assunto de hoje é Fake News e Desinformação, tema abordado no podcast denominado como “Quinta Delas”. É uma temática que ganhou proporções globais, principalmente no século XXI, devido à transformação oriunda da tecnologia na sociedade. Dessa forma, sua utilização pode contribuir tanto positivamente quanto negativamente. Nesse caso, ela se tornou uma arma que prejudica a população. Assim, o mau uso dos meios digitais acaba impactando todas as esferas sociais, dentre essas, a educação também acaba sendo vítima das notícias falsas.
Apesar de ganhar destaque nesse século, o termo “notícias falsas” existe antes mesmo do surgimento da internet. Mas afinal, o que são Fake News e Desinformação? São as mesmas coisas? Para esse questionamento, o grupo trouxe uma resposta clara e objetiva. Destacaram que não são as mesmas coisas, pois Fake News são notícias falsas criadas para parecerem verdadeiras, enquanto a desinformação vai além dessa questão é qualquer conteúdo manipulado para se assemelhar aos fatos reais.
Esse problema é impulsionado pela inteligência artificial e pelo aumento da exposição nas redes sociais, pois alguns usuários utilizam a tecnologia para criar mentiras e se autopromover com elas. Desse modo, a produção de notícias falsas tem como objetivo ganhar atenção, engajamento, favorecer seu ponto de vista, likes e conseguir alcançar seus objetivos. Essa questão é muito visível na atualidade. Assim, esses fatos não revelam somente um ataque à vida, mas também uma questão de ordem socioemocionais, visto que a necessidade de chamar a atenção dos outros, de ser visível a qualquer custo para alcançar visualizações, aumenta o ego e a autoestima. Criar notícias falsas se tornou, para alguns, um caminho para lidar com suas frustrações cotidianas, que muitas vezes inicia como uma simples brincadeira, mas rapidamente se espalha e pode denegrir imagens de políticos, instituições, reputações, e qualquer cidadão está sujeito a sofrer ataques.
Apesar dos danos das Fake News e da desinformação que afetam o campo educacional, a exemplo da notícia falsa que afirmava que os professores ensinavam ideologia de gênero nas escolas, a educação é o caminho mais viável para formar cidadãos críticos, reflexivos, conscientes e informados, capazes de combater essa problemática, pois se ensinados a utilizar a tecnologia para o bem social, os alunos desenvolvem um olhar mais atento, além de analisar as notícias que chegam até eles, freando assim, o compartilhamento em massa das informações falsas. Além disso, evita-se republicar a notícia sem ler o conteúdo completo, ou seja, é necessário ver além do título. Também é preciso que os cidadãos não curtam os vídeos para que os algoritmos não induza outros da mesma vibe a aparecerem no seu feed. Assim, a formação de cidadãos críticos e conscientes é uma forma de diminuir essas adversidades, mas é fundamental que a formação docente aborda essa temática e que haja um aprofundamento, para que os professores possam criar práticas pedagógicas que contribuam no combate a essa questão.

Concordo quando vocês descararam que as notícias falsas são criadas para chamar atenção e ganhar engajamento, muitas vezes por razões emocionais, mas podem causar grandes danos à reputação de pessoas e instituições. Hoje em dia, parece que muita gente faz qualquer coisa pra chamar atenção nas redes, e isso acaba mexendo até com o emocional das pessoas. Como vocês colocaram, tem gente que espalha fake news só pra se sentir visto, pra ganhar like, mas o problema é que essas "brincadeiras" podem virar coisa séria e destruir reputações, causar confusão, e até colocar vidas em risco. Achei muito importante vocês trazerem esse olhar mais humano e profundo sobre o assunto.
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirExcelente abordagem!! Muita gente acha engraçado que as gerações anteriores não consigam distinguir o que é real e o que é falso na era da IA. Mas a inteligência artificial tem evoluído tanto que, daqui a alguns anos, até mesmo nós, que temos amplo acesso à internet, podemos não conseguir mais distinguir fatos de mentiras. Na Coreia do Sul por exemplo, foram criados grupos no telegram que compartilhavam imagens deepfake explícitas de meninas retiradas do Instagram, e isso acabou afetando a vida de muitas mulheres, justamente porque muitos não conseguiam perceber que não eram imagens verdadeiras, e se percebiam, preferiam ignorar.
ResponderExcluirEste comentário foi removido pelo autor.
ResponderExcluirDe fato, esse é um tema que tem repercutido muito devido a tantas notícias falsas que se espalham em rápida proporção. E realmente podemos perceber que esse problema se intensificou mais rápido com o avanço da tecnologia, o uso das redes sociais e da inteligência artificial, algo que impactou negativamente várias áreas, inclusive a da educação. Mas apesar de tudo isso, como vocês disseram, é a própria educação que é vista como a melhor forma de combater as "fake news", pois só ela é capaz de formar cidadãos críticos e conscientes, que sejam capazes de identificar e evitar a propagação de informações falsas. Mas é fundamental destacar a importância da preparação profissional dos professores para abordar e discutir esse tema em sala de aula. Vocês realizaram uma ótima reflexão, parabéns!
ResponderExcluirÉ verdade, essas notícias falsas existem antes da internet, mas também é verdade que com a chegada dela isso ficou muito pior. Quando vocês mencionaram que o uso da inteligência artificial impulsiona isso, só pensei nesses vídeos feitos por IA cada vez mais realistas, e, ao olhar comentários e compartilhamentos de alguns desses posts vejo o quão sério isso é. A educação é realmente a arma mais poderosa contra isso que temos, quando temos o olhar crítico, passamos a não confiar com tanta facilidade nas coisas que vemos.
ResponderExcluirÓtima reflexão sobre a temática. Realmente, quando vocês citam que é um ataque a vida, se pararmos para pensar as consequências da Fake News é preocupante. Uma falsa informação pode acabar com a vida de uma pessoa inocente, como vários casos que já aconteceram. Por isso é mesmo muito importante ter o cuidado ao compartilhar qualquer informação.
ResponderExcluirAlex e Brenda, gosto da forma como desenvolvem as ideias, mas está me preocupando, em alguns momentos a falta de coerência e a ausência de indicar a autoria de alguns conceitos. Quando afirmam que a Fake Nwes "pode contribuir tanto positivamente quanto negativamente", pergunto: como esse fenômeno da desinformação pode contribuir positivamente? Sinceramente, desconheço que um processo que tem a intencionalidade de produzir informações falsas e disseminar na rede, pode ter algo positivo. Muito pelo contrário, fake news mata! E não nada de positivo! Outro ponto que quero destacar é que quando coloco desinformação/fake news entendo que são sinônimos, e não que temos dois conceitos separados. Como disse: Fake News é uma processo de desinformação, simplesmente, porque ela se configura a partir de uma dinâmica de produzir informações falsas e disseminar na rede. E isso provoca uma desinformação. Por isso, é importante que tragam os autores dos conceitos, pois vocês não são especialistas no tema, e se trazem essa diferenciação, é porque acharam em algum autor, não é?
ResponderExcluirEstou sentindo falta de explorar os elementos hipertextuais no blog. Não percebi vocês explorando outras linguagens, a exemplo, nesta postagem poderiam fazer um link para o podcast das colegas, poderiam trazer o podcast das colegas para fortalecer a discussão. Enfim, estou vendo apenas texto e imagem fixa, ou seja, sinto falta de sair da zona de conforto. bjos